“¿Qué tendrá de real
esta locura?
¿Quien nos asegura
que esto es normal?
Y no me importa contarte
que ya perdí la mesura
que ya colgué mi armadura en tu portal.”

DREXLER, Jorge in Fusión 

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“Realmente eu não entendo essa vida. O que me deixa um pouquinhozinho mais tranquila é que minha consciência está sempre limpa e que eu me esforcei ao máximo pra tudo que eu já vivi dar certo, muitas vezes, como no último caso, além das minhas forças físicas e mentais. Esse negócio de viver intensamente é algo muito perigoso, e se essa for nossa escolha (e talvez nem seja uma escolha…) temos que estar prontas para a felicidade transcendental e para a tristeza que corta o peito. É difícil, ainda mais quando amamos o indeciso, o difícil, o quase inatingível. Ainda sim me arrisco a dizer que vale a pena… Mesmo pensando de vez em quando se eu tive pelo menos a metade de importância que o outro teve para mim e como me marcou… E será que daqui 30 anos serei lembrada? Não sei. É meio tristinho, mas acredito em algo maior que faz acontecer o que é melhor. Também acho que nunca devemos dizer que tudo acabou, que a história acabou… O mundo é movimento. Vivamos! Se não for hoje ou amanhã, pode ser ano que vem, daqui a 10 anos ou até nunca, não sabemos o que nos aguarda. Hoje de manhã pensei: Que merda! Esses covardes que deixam as raras pessoas que valem escapar… E um dia ão de se arrepender (ou não… mas não pense no ou não… o pensamento vingativo é necessário esporadicamente). Não perceberam que somos completas: bonitas, legais, engraçadonas, gostosas, selvagens e com um futuro intelectual grandioso. (É eu pensei isso tudo…). Mas como me disse uma amiga certa vez: um cara que queira te ter do lado precisa ter coragem porque você é muito. E replico essa afirmação. Até da vontade de falar: Tá, eu finjo que sou burra, estúpida e não faço piadas de cunho negro (barra) sexual. Mas as coisas não são assim… 

Sendo nunca finda a vida sofrida, VAMO QUE VAMO!”

Não, eu não escrevi esse texto. Mas é que nada mais cabe aqui no dia de hoje.

E sem mais delongas!


  1. que texto lindo – e triste. tomara que você se sinta melhor em breve.

  2. maria luísa

    como eu disse nao fui eu que escrevi…
    estou bem :) mas esse texto veio em cheio, sabe?




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