Agora já não é normal, o que dá de malandro
regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial,
malandro candidato a malandro federal,
malandro com retrato na coluna social;
malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal.
BUARQUE, Chico in Homenagem ao Malandro.

Ora, ora, mes amis… Esse corporativismo, essas pessoas aglutinadas em nome do bem comum até me lembram as historinhas das abelhas e de como elas praticam o auxílio mútuo.
E se eu tivesse um cartão que é só passar e… pimba? Da loja de pesca ao motel, da floricultura à 5 mil reais na churrascaria. A fada dos dentes me achou (não, meus dentes não melhoraram)? Aladim e o gênio da lâmpada? Mickey Mouse?
Que nada, o pedido mágico de cada um de nós é facilmente realizado caso você vire um trabalhador de confiança dos homi. Agora, falando sério: você também não gastaria? Nem um centavo? Nem uma tapioca? Mas nem um cafezinho? Nem um Trident de canela? Duvideódó!
E ainda querem acabar com a transparência e (re)começar com a máfia das CPIs. Vos pergunto: Onde iremos parar?
(Aliás, vos suplico: não estaríamos já parados?)
*




15 Fevereiro, 2008 at 3:10 pm
E nós às cegas, batendo na porta dos desesperados, na esperança de um video-game ou uma bicicleta…
E só aparece esses monstros sem-graça, mascarados, idiotas…
ai que raiva!
Não sei seu eu compraria um trident, mas que eu ia gastar neurônios ponderando se sim ou não, lá isso eu ia.
Mas mesmo assim…. a natureza humana não justifica!
se não o relativismo toma conta…
15 Fevereiro, 2008 at 11:56 pm
Só gastaria se fosse 25 centavo…
20 Fevereiro, 2008 at 9:37 pm
Seus textos são tão inteligentes que eu nem sei comentar.
Saudade docê, Malu.
bjos