Archive for the ‘Cinco contra um’ Category

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O che fumava…

Bom, eu costumo vir aqui para excitar alguns desejos de consumo até que eles pipoquem como necessidades em sua consciência de consumidor. Porém há alguns bens que vem para o mal. E o prêmio de melhor mal de todos os tempos do século passado da última semana é… o cigarro. Então, antes que você acabe pendurado pelo pescoço e perca o fôlego ao tentar subir pela escada rolante, me coloco a disposição para lançar cinco bons motivos para que você pare de fumar.

Um
Cigarros aceleram o efeito ESTUFA.
É como uma cadeia, você fuma, seus músculos relaxam e loga dá aquela vontade de peidar e cagar. E nossos gases (junto com os das vacas e cavalos) são os maiores responsáveis pelo buraco na camada de ozônio (metano neles!). Sim, fumar ajudar a normalizar o intestino, pelo menos é o que dizem alguns especialistas. Mas nem pense em trocar o seu Activia de ameixa porque o retorno deste é mais garantido. Ou melhor, a ida é mais garantida.

Dois
Cigarros são anatomicamente desconfortáveis
É claro que o rolinho é funcional. É o canal para que o o furmo queime em harmonia e chege às suas vias aéreas. Porém, eu falo do lado de lá, de quem observa. Andar com um canudo na boca o tempo todo só vai te fazer parecer James Dean se estiver com um Zippo do lado. Caso contrário, seria uma desculpa para se passar por meretrizes do cais a espera do coito remunerado. É essa a impressão que eu tenho. E não venha com piteiras!

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A Mary-Kate Olsen de Full House/Três é dimais (lembram dela?) anda fumando…

Três
Ainda não inventaram um bom ar de bolso nem cigarros com cheirinho de mombiju.
Pois é, são coisas totalmente paradoxais. É impossível comer esfiha de carne do HABIBs e querer um hálito fresco, assim como não dá pra comer repolho e soltar um pum com essências do campo. Então é fato, vai feder. O cabelo (até os do suvaco), a pele, os joelhos e as orelhas.

Quatro
Na Rússia e no mundo, o cigarro é quem fuma você.
Os gastos com Halls Preta, antisépticos bucais, isqueiros perdidos, somados, dariam pra alimentar a boca dos seus filhos, netos e bisnetos (nessa ordem, enquanto você estiver vivo). E olhe que no Brasil o preço do maço de cigarro é um dos mais baixos do mundo. O governo arrecada com isso mais de 5 milhões (3 da Souza Cruz) em impostos, e poderia lucrar ainda mais aumentando em sua alíquota, subindo o preço dos cigarros, o que evitaria milhões de mortes prematuras. Mexeu no bolso, mexeu comigo. É um sobe e desce infinito.

Na Califórnia, os índices de câncer de pulmão têm caído três vezes mais depressa do que no resto dos Estados Unidos desde 1998, quando o Estado aumentou o imposto em 25 centavos de dólar por maço.

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A Amy Winehouse já até perdeu um dente…

Cinco
Você ira reduzir exponencialmente sua produtividade sexual.
É fato.

Uma pesquisa inédita realizada pela Pfizer revelou que 7% dos entrevistados já deixaram de transar pois o parceiro ou a parceira tinha o hábito de fumar. Então antes de mandar aquela “eu chupo uma halls preta e tá garantido o beijo”, lembre-se que “perereca não chupa halls não!”. Bem, pelo menos não na minha terra.

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Maria e Ayrton

O novo ano está aí, eu ainda estou sob o efeito do i-doser de VIAGRA que eu finalmente consegui baixar hoje cedo, não que eu precise, mas a verdade absoluta é que sempre quando estou extasiado, a primeira imagem que me vem a cabeça (de ambas) é a da rainha dos pintores de áquário e surfistas de microondas Maria das Graças Xuxa Meneghel sussurrando “macio…macio…” em meus desgastados canais auditivos. Jo estoy aqui para hablar con usted cinco cosas que fazem qualquer um no Brasil e agregados do Mercosul gritarem “Xuxa, eu te amo”. “Tá na hora, tá na hora. Pode vir nunca é dimais”. Vamo lá, todo mundo, comigo, contando. Iiiiirraaaaaaaaaaaaaa…

Ilari
Ela é a rainha dos baixinhos.
Foi coroada pela imprensa marrom e o pesadelo daqueles que cresciam antes da hora. Não tinha a menor paciência com crianças arteiras no início da carreira, mas com o tempo e a boa vontade dos puxões de orelha das paquitas, as crianças foram se acalmando. Procurou se esconder em um alter-ego de She-Ha de botas, espartilhos de carnaval, xucões e xuquinhas que faziam qualquer menina de 5 anos pegarem as roupas da mãe e as maquiagens da tia moderninha para se travestir. Os meninos a idolatravam, a única imagem que tínhamos de mulher no início da década de 90 era a da Simony com 6 anos e da Vanderléia. Nossos olhos enchiam de água e nossas bocas também (quem nunca teve vontade de comer aquela uva suculenta no café da manhã…).

lariê
Ela tem uma turma.
Ela foi mais inteligente que os criadores dos sete anões, dos smurfs, das meninas super-poderosas e das renas do Papai Noel. Não sei porque, eu sempre me interessei pela genealogia dos nomes. Tá que a progenitora de todos venha a ser Marlenão Matos, mas é a ELA que eles seguem. São alguns deles: Praga, Dengue, Duda Little, o Moderninho, Frentinha, Xuxo, You Can Dance, as Garotas do Zodíaco, as Irmãs Metralhas, Chupita, Catuxito, Xiquito, Xiquita Sorvetão, Catuxa, Catuxa Jujuba, Pituxa Alemã, Pituxa Pastel, Miuxa, Sasha, Caxuxa e Adriana Bombom. E como diz minha vó, Xupica na maminha, meu filho.

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ô
Ela é macia.
Pelé, Senna (pan pan pan), Szafir e o ator mirim Marcelo Ribeiro provaram e aprovaram. Xuxa passa todas as manhãs mergulhada em uma piscina de Monange e se seca com Personal de Pêssego vitaminado. E dou um doce (a vida é um…) para quem me entregar um potinho com a caca da xuxa…Ela é tão xou que a cada gota de suor que cai no chão, nasce um pé de algodão. Tá, eu exagero às vezes.

ô
Ela viu duendes.
Ela foi a primeira terráquea a ir para o trabalho de espaço nave e convive harmoniosamente em seus filmes com duendes, elfos, fadas contribuindo para nosssa miscigenação racial. Aquém, Xuxa invade nossas telinhas todo o fim de ano com alguma lição da mãe natureza, já que ela tem a habilidade incrível de conversar com animais e plantinhas indefesas. Reza a lenda que em dia de reunião na TV Globo, estavam sentados na mesa Didi, Xuxa e Faustão. Todos queriam ajudar o próximo, então como queriam ser justos resolveram partilhar as atividades filantrópicas da empresa. Xuxa seria a mãe da natureza, Didi como embaixador da Unicef abraçaria as crianças sem esperança, e Faustão…ah…o Faustão puxaria saco das celebridades e adotaria o caçulinha em rede nacional.

ô
Ela resistiu a todos os atentados do demoin.
O cãozinho xuxu que o diga. Ela já foi acusada de levar criancinhas para o mato junto com o Rei Exú, de fazer pacto de sangue com o Zebu, quase pegou fogo junto com milhões de criancinhas no Projac e o “marquei um xis, um xis, um xis no seu coração” foi parar na mão dos disc-jokers açougueiros que inverteram todas as músicas da loira…e ela marcou um SIX, um SIX, e mais um SIX (666) no meio da confusão. Pega capetão.

Então mesmo que você ainda sofra do medo de ter visto sua irmã brincando com a boneca da xuxa (que era absolutamente maior que você), vamo lá, assuma que você se divertia com a loira. E tira essa xuquinha da banguela.


Entrei na rua Augusta a 120 por hora,
Botei a turma do passeio pra fora,
Fiz curva em duas rodas sem usar a buzina,
Parei a quatro dedos da vitrine, legal,
Hey, hey Johnny,
Hey, hey Alfredo,
Quem é da nossa gang, não tem medo,
Meu carro não tem breque, nem tem luz, não tem buzina,
Tem três carburadores todos três envenenados,
Só pára na subida quando acaba a gasolina,
Só passa se estiver sinal fechado.

Rua Augusta (Hervê Cordovil)

sampa
foto por Braulio Barbosa

Bons amigos, não pude estar presente aqui no blog na semana passada pois fui guiado pelo êxodo rural que acomete este país desde a década de 60. Pois é, fui para São Paulo em busca de novas idiossincrasias. Tá, mas e daê? Lá por acaso não tem internet? Tem sim, mas com uma cidade daquele tamanho para desbravar, a começar do marco zero, eu me pergunto: como algumas pessoas convivem harmoniosamente com apenas alguns pés de alface e uma vaca leiteira? Então seguimos com cinco bons motivos para partir para o êxodo cultural, ops, rural.

Passado, presente e futuro.

Tá que eu não tenha feito a lição de casa tanto quanto eu deveria, mas eu sei valorizar uma arte bem feita, nem que seja de criança. São Paulo chega a ser um museu a céu aberto, por ter feito parte das raízes históricas e econômicas do país. Eu cheguei a conhecer desde a casa da Domitila de Castro ao cocho onde os bandeirantes faziam suas necessidades. Isso é cultura! Cinemas dão banho. A cada quadra ou até mesmo no metrô (Shopping da Estação Santa Cruz) você encontra ao menos umas 17 salas CINEMARK. Ah, e nós aqui, ainda suando para conseguir uma cadeira ajustável e com porto-copo. Igreja não é o meu forte (fato de eu ser espírita), mas eu me rendi ao palácio da Sé, a capelinha de José de Anchieta (um dos fundadores de São Paulo e dotado de espinhela caída) e umas outras 20 que eu conheci de andar pelo centro da cidade. Ah, e ande com um guia. Ou uma tia. Eles têm muitas histórias a contar.

Comunidade Japonesa (e mercados populares).

É claro que eles não estão intrínsecos, mas digamos que de cada dez camelôs com produtos orientais, 9 e meio são liderados por japoneses. São Paulo é a maior cidade japonesa fora do Japão. Nisseis, Sanseis, Canseis estão por todo lado e fazem da Liberdade um reduto para os orientais e amantes da cultura oriental. E eles são ágeis, inteligentes, comem yakisoba na 25 de março em meio a milhões de Nikes e Adidas pré-lançados, estão sempre sorrindo e não falam de boca cheia. Japoneses são como Tamagochis independentes. Eles conseguiram seu espaço e são a cara (principalmente os olhos) de São Paulo.

Better food, better mood.

Vocês sabem que aqui nessa coluna eu sempre acabo levando pro lado da comelança. Justamente porque comer é uma das necessidades básicas de todos os seres humanos, então é sim sempre um ponto fortíssimo para persuadir as pessoas. A fome gera o choro, a ansiedade (ou o contrário), o desejo, enfim o sono e a paz universal. E quando estamos frente a um imenso cardápio de restaurantes bacanas, padarias doceiras, dogs pós balada mais que recheados, brioches do Brás, beirutes gigantes e tudo o que você possa sonhar nas horas de fome intensa, não pensamos em nada a não ser engolir a saliva. Bon apetit.

Baladas Noite/Dia.

É, lá é assim que eles chamam a noite paulistana. Ou o que aqui para nós mineiros seria um “vamos invadir a la boate”. São Paulo tem as melhores baladas, não apenas pela estrutura, mas por abrigar as mais diversas tribos e tripulações em cavernas e becos onde jamais pensaríamos que uma barata pudesse defecar. Mas tudo utopicamente limpo e cheiroso, pelo menos nas primeiras horas. É justamente nos subúrbios e regiões imundanas da cidade que encontramos as melhores músicas, pessoas dançando na mesma frequência, como se estivessem no porão de casa. E o melhor, sempre dura até o sol raiar. Oba!

A garoa de programa.

Conhecida como “chuva do engana trouxa” ou coletivamente falando “a garoazinha de são paulo”, ela faz da cidade um pedaço de pão molhado ininterruptamente, o que pra quem quer sair andando pela cidade é péssimo, mas para quem sabe aproveitar é ótimo. Dos cinco dias que passei lá, quatro foram de garoa constante, madrugadas em banho maria, tardes no centro da cidade com a capa de chuva cobrindo o corpo. Mas a questão não é a chuva em si. Mas o clima fresco e o vento que sai das entranhas do metrô. A sensação de chegar em casa, cair na cama com o barulho da chuva estremecendo os tímpanos.

Tá, quem liga pra poluição e a violência da cidade se o legal é passar apenas alguns dias de nossas vidas por lá. Agora, para quem já está arrumando as malas e não pensou duas vezes em “é pra lá que eu vou”, pense no voltar. Nem que seja pra contar para seus amigos que “eu fui, gostei e um dia eu volto”.

Non ducor, duco.

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Now playing: Aqueduct – Hardcore Days & Softcore Nights
via FoxyTunes

Vamos lá, mesmo que você não tenha uma chaminé ou pés de meia pendurados na janela, você sabe que, seja rico ou seja pobre, o velhinho sempre vem. E se você sofreu torturas na infância e foi posto ao ridículo quando disse que o velho veio e deixou mesmo um presente para você e já escreveu cartinha para o bom idoso e que ano ou outro ele respondia sendo que nem dinheiro para o selo você tinha, chegou a hora dos noves fora. Ou melhor, dos cinco.

Ele realmente existiu

São Nicolau (porque foges Nicolau? haha) foi um arcebispo da Turquia e reza a lenda que anonimamente ele colocava um saco com moedas de ouro nas chaminés das casas para famílias que estivessem com dificuldades financeiras. Aqui no Brasil, como só os ricos têm chaminé, o velhinho utiliza os serviços do correio. Mandou, chegou!

Ele existe mesmo, tem até residência na Finlândia. Dizem que ele vem passar as férias de verão aqui no Brasil em um bairro de imigrantes finlandeses. Bom, de qualquer forma, aí está o endereço do velho na Finlândia.

Santa Claus –
FIN-96930 Arctic Circle –
Rovaniemi – Finlândia
http://www.santaclausoffice.fi

Ele emprega milhares de pessoas.

Gordinhos, barbudos, velhinhos, cansados são estereótipos de milhões de aposentados no Brasil e no mundo e não há melhor forma de ganhar una plata extra do que ficar sentado o dia todo, colocando criancinhas no colo e posando pra fotos.

Ele bebe coca-cola.

Eu bebo Coca-Cola, logo existo.

Ninguém passa fome no natal.

Quem nunca se empanturrou nas ceias de Natal em família ou é porque não aguenta esperar até meia noite e ataca todo o estoque de vinho até cair ou tem anorexia. No natal nos tornamos carnívoros (toda regra tem sua exceção) e as aves que se cuidem…mais vale um chester/peru/frango/rolinha/rã (essa é uma exceção a regra) na mesa de natal do que dois ou duas voando.
Ah, e sem falar nos panetones, chocotones, muffins, bolachas, broinhas, cuscuz, rabanadas e coroas de balas de morango. Hum!
E quem não tem dinheiro? Corre porque no Natal os sopões solidários aumentam exponencialmente… é só entrar na fila.

Ele tem renas com nomes próprios.

São 9 ao todo, sendo que Rudolph, a rena do nariz vermelho e brilhante, foi convocada só mais tarde para integrar a equipe das renas voadoras do Papai Noel já que sua nariba ajudava a guiar as outras durante as tempestades.
O nome das renas, em inglês são: Rudolph, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen. E em português são: Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão, Relâmpago. Ui, vai uma carona?

Não, eu não moro em hotel. Mas é um dos meus maiores desejos de consumo (falo como publicitário consumista que sou). Então quando vêm aqueles papos, o que você faria se ganhasse na mega-sena ou se achasse uma reserva de petróleo eu…compraria um hotel! Vamos lá, dá pra contar nos dedos:

Cama hotel

1 – Os frigobares estão sempres abastecidos (sim, eu sobreviveria por alguns meses comendo castanhas, batatinhas, chocolates e bebendo somente água gaseificada).

2 – A sensação de sair pelado do banheiro (diga-se O BANHEIRO, com aquelas duchas que são capazes de cortar uma folha de papel com a pressão, quatro tipos de toalhas e ainda milhares daqueles sabonetes miniaturas que perdem em tamanho mas ganham em essência). Pois bem, você sai do banheiro pelado, aquela nuvem de vapor devido aos seus 30 e poucos minutos no banho começa a se dissipar e você caminha em direção à porta do quarto, aquele ventinho frio do ar condicionado invade suas virilhas, dorso e nariz, trazendo a boa nova. Cheirinho bom!

3 – O controle remoto da TV é só seu. Você entra no quarto do hotel e a primeira coisa que você faz é pular na cama, pegar o controle remoto e ligar a TV. Sim, a TV. Ela é a maior companhia para os solitários (sozinhos nunca) de hotel (já falei da minha opinião sobre os livros). Mesmo aquela simpática TV pendurada na parede do canto do teto ou uma plana de fazer inveja, as TVs à cabo dos hotéis são sempre melhores do que em casa, porque a programação, querendo ou não, sempre se adequa ao seu estilo de vida e à sua situação emotiva.

4 – Todos os telefonemas são para você. A não ser que a última pessoa que passou pelo quarto deixou o número do quarto e do telefone do hotel pregado em algum orelhão a procura de emprego ou serviços de acompanhante, massagista, vouyerismo e afins.

5 – Você economiza dinheiro com motel, além do que é mais fácil arrastar gente pro seu quarto no hotel do que para o motel. Sua vida sexual melhora, bein! Motéis são demoníacos, hotéis são respeitáveis. Então as pessoas (ou a maioria delas) se sentem mais à vontade quando são levadas para um destino final por meios que não condenem o fim logo de cara, afinal toda surpresinha por mais que esteja na cara é bem vinda. Ou como conversávamos outro dia na mesa do bar, os fins justificam os meios, mas os meios não têm que declarar fim nenhum.

Então, do mais apertadinho para os mais geeks, a receita é a mesma. Junta-se então o frio do ar condicionado, com o friozinho da barriga, com o vinhozinho do frigobar, aquele filmizinho da tv à cabo e pra finalizar aquele cheirinho de lavanda…é meu povo, se ajeite no edredon e só acorde na manhã seguinte com a portaria te informando – Senhor, o café está servido.

Bom pessoal, essa é minha nova coluna – 5 contra 1 – e nela vou tentar convencê-los (esse é meu job) de que há sempre 5 bons motivos para você gastar o seu sofrido dinheirinho com alguma coisa legal. Isso é qualidade de vida!