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É aquela vontade que dá quando você não quer que o momento passe, pois é. Vamos valorizar o slow motion. E hoje eu pego carona na tríplice da coluna da Carol “Três lados da moeda” e lanço três episódios em slow motion que me chamaram a atenção essa semana.

Aceitamos cartões.

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Saiu o Monopoly (versão americana do Banco Imobiliário) com Cartão de Débito Eletrônico! São as indústrias dos jogos de tabuleiro tentando acompanhar as cabecinhas em três dimensões da criançada. Que Nintendo Wii que nada, eu quero é um hotel na Morumbi e Interlagos à vista no cartão!

GIF ou GUIF?

Aquela arcaica forma de animar o seu website e que hoje sobrevive em alguns banners e sites pornôs agora tem um espaço próprio. É o GIFTUBE, você cadastra o seu .gif, coloca suas tags e pronto, o mundo todo vai poder utilizar o seu “videozinho”. E é bastante útil pra ficar rindo (eu recomendo a sessão de esportes) no trabalho, isso se a sua empresa bloqueou todo os sites “legais” para passar o tempo.

A nova propaganda da Kaiser.

Até que enfim arrumaram uma alternativa para tirar o baixinho do centro. Ninguém aguentava mais ver o bigodudo sendo disputado por loiras e morenas peitudas e ora ou outra aparecer em affairs virais com Karina Bach e dando selinho na Adriane Galisteu somando às capas CARAS, afinal, que marketing é esse que oferece cerveja para tias dondocudas. A nova campanha mostra a gelada, as loiras e os beicinhos com bigodinho de espuma tudo em slow motion, em quanto todo o resto do público continua em velocidade normal.
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“Ué, que é isso?”, pergunta um dos rapazes no bar. “Ah, é que no Bar da Kaiser é assim: a mulherada toda em câmera lenta. Vai dizer que não fica mais gostoso?”, responde o amigo. Em seguida, um dos rapazes serve calmamente sua Kaiser, simulando o efeito de câmera lenta e quando seus amigos estranham ele logo esclarece “Vai dizer que não fica mais gostoso?”, diverte-se ele.

Nem a Gisele Bündchen conseguiu tal proeza.

Sexta-feira agora (25) tem encontro dos 25 no Graças a Deus – Black music sem contra-indicações man!, isso se a dor de dente da Mallu passar e ela voltar a tempo, Carol descer de pára-quedas e o Lucas acreditar que a sua vó vai continuar vivinha pelo menos por mais uns vinte anos… Semana que vem coloco o link com as fotos do encontro e conto como foi. Grande abraço hermanos e hermanas.

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Chiquinho ScarpaQuanto vale você? Quando vale sua opinião? E quanto vale sua diversão? Todo mês (não me encaixo nessa rotina, mas deveria) orçamos os nossos gastos para o mês seguinte e sempre nos deparamos com a cortina das contenções. Afinal, onde devo enforcar os meus gastos?

Partindo do pressuposto do modelo capitalista, estamos então incumbidos de sermos onerados pelo nosso trabalho e partilhar nossos ganhos de acordo com nossas necessidades. Mas o que é necessário? Porque se algum dia tivéssemos todo o dinheiro do mundo, novas necessidades surgiriam e o supérfluo seria toda e qualquer coisa que não valesse seu saco de verdinhas, ou seja, nada material. Mas como 90% da população ainda têm que ralar para ser remunerado e partir para os festivais de consumo, caímos em um ciclo vicioso – TRABALHE/GANHE/GASTE/VIVA – onde a escassez de renda sempre terá (para nós consumidores) maior importância a de bens materiais. Pois enquanto houver o material (a produção) haverá um publicitário ou marketeiro a fim de gerar desejos fundados de suas necessidades.

Pois bem, e se após aquele orçamento do dia-a-dia observarmos que sobrou algum dinheiro (sim, estamos falando de dinheiro) para financiarmos o bem do próximo. Há aqueles que prefeririam investir na educação. Ou aqueles que recostruiriam o acabado por eles mesmos. Se você valorizasse o outro, com o seu ônus, quanto ele valeria? É um pouco complexo, mas se a máxima “ame ao próximo como assim mesmo” for colocada em pilhas capitalistas, amar a você mesmo é cuidar de suas necessidades (digo físicas e psicológicas), então nada mais justo do que dos 30% reservados ao lazer, 15% financiaria o bem estar alheio. Esse valor, é claro, não inclui aquela cerveja que você pagou para seu amigo ou mesmo aquelas despesas nas últimas férias coletivas. Falo no sentido de valorizar o próximo, não com valores dito “humanos” (auto-confiança, liberdade, instrução), mas valores pagos, digo casa engraçada, comida junky, e roupa da moda. Afinal, não estamos acostumados a nos divertir sozinhos, lazer é companhia, é estar em sociedade. É claro que isso tudo é apenas uma teoria a ser praticada pelos meus futuros netos. Não bastasse o aumento da energia e do preço do pãozinho. Aff.